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Gostamos do nosso nome atrelado a figura de Cri...: Gostamos do nosso nome atrelado a figura de Cristo, mesmo que a morte do velho homem e a ressurreição com Cristo não tenha acontecido. ...
Palavra chave
terça-feira, 28 de maio de 2013
Gostamos do nosso nome atrelado a figura de Cristo, mesmo que a morte do velho homem e a ressurreição com Cristo não tenha acontecido. Eu sei, parece obvio, mas muitos de nós aceitamos a cirurgia plástica que a religiosidade promove, mas não experimentamos o caráter de Cristo, a sua provisão, a sua redenção, o seu descanso.(por: Murillo Leal).
segunda-feira, 27 de maio de 2013
Feridas que nunca saram
Cura-me, SENHOR, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor. Jeremias 17:14.
Do ponto de vista de Deus, quem vem primeiro no processo da salvação: o arrependimento ou o perdão? Esta é uma questão fundamental que tem, pelo menos, duas respostas correndo pelos corredores da investigação teológica.
Os estudiosos, de tendência humanista, acham que o perdão é fruto do arrependimento. Você precisa se arrepender primeiro, para que seja perdoado depois.
Neste caso, eles fazem do arrependimento uma espécie de penitência ou, melhor dizendo, uma moeda de troca. Se você fizer a sua parte, então Deus fará a dele. Você será perdoado, desde que se arrependa do seu pecado antes da concessão do perdão.
Esta é uma corrente muito apreciada pela meritocracia humana. As pessoas ‘nobres’ se veem participantes e diretamente responsáveis pelo perdão, com uma parcela notável de contrição pessoal, valorizando a consternação como se fosse sua contrapartida no negócio que envolve a salvação dos seus pecados.
Por outro lado, para os investigadores bíblicos que têm a graça como o pressuposto básico e essencial para a crença cristã, o arrependimento é consequência do perdão. Nós nos arrependemos porque fomos perdoados graciosamente por Deus.
Segundo esta turma graciosa, é a bondade de Deus que nos concede o arrependimento. Ou desprezas a riqueza da sua bondade, e tolerância, e longanimidade, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento? Romanos 2:4.
Estes crentes no evangelho da graça plena percebem que o perdão é uma ação graciosa e incondicional de Deus, que antecede todas as reações espirituais humanas, e acaba, no final das contas, constrangendo o pecador a se arrepender por pura gratidão. O perdão gracioso gera sempre um arrependimento grato.
Como disse Alice Clay, “nada neste mundo vil e em ruínas ostenta a suave marca do Filho de Deus tanto quanto o perdão”. Foi nesse juízo que Alexandre Pope concluiu: “errar é humano – perdoar é divino”; logo, a anistia libera a culpa e gera arrependimento.
Ora, se não mereço e sou absolvido da culpa pelo sacrifício de Cristo em meu favor, então, só tenho que considerar este amor furioso e apaixonado como a causa capaz de me convencer da minha rebeldia, concedendo-me o arrependimento, graciosamente.
Esta posição me cativa ao extremo, pois vejo sempre em minha vida uma incapacidade total de corresponderao favor imerecido. Por falar nisso, quero ressaltar aqui e agora: favor merecido me cheira a comércio, negociata, troca ou até mesmo, a favorecimento movido por admiração. Há, neste caso, algumas vantagens rolando pela esteira.
Se a obra de Deus for realmente pela graça plena, como creio que é, então, o perdão antecederá, obrigatoriamente, ao arrependimento. Sendo assim, somos perdoados imerecidamente e nos arrependemos do pecado por misericórdia e graça de Deus.
Portanto, se fomos perdoados graciosamente pela graça do Pai, temos também neste formato gracioso o modelo existencial do nosso perdão. “Quem de graça foi perdoado, pela mesma graça perdoa”. No reino espiritual é comum a genética do Pai se manifestar essencialmente na conduta do filho.
Aliás, podemos dizer, espiritualmente falando: “tal pai, tal filho”. Ou; os que não perdoam são filhos do Diabo, que, como cobra, sempre cobra e de contínuo se vinga. Enquanto isso, os filhos de Abba estão permanentemente dispostos a perdoar pela operação eficaz do Espírito Santo, tal como o seu Pai.
Todos os que foram perdoados pela graça, foram ao mesmo tempo, transformados em instrumentos vivos de perdão. Suportai- vos uns aos outros, perdoai- vos mutuamente, caso alguém tenha motivo de queixa contra outrem. Assim como o Senhor vos perdoou, assim também perdoai vós. Colossenses 3:13.
Ninguém vive neste mundo sem trombadas, contusões e feridas; por outro lado, nenhum cristão verdadeiro permanece com a ferida sangrando. Não podemos evitar as lesões, embora possamos, pela graça do nosso Pai, perdoar os agressores.
“Não é possível haver saúde mental e espiritual sem que haja perdão verdadeiro e total”. Diante desta frase, alguém me perguntou: o perdão implica no convívio com o agressor? Não, necessariamente. O perdão implica, sim, na absolvição do agressor, para que o próprio agredido não se torne uma ferida que nunca sare.
Mas isto, não significa uma convivência obrigatória com aquela pessoa que o feriu. Não há compulsão para quem se tornou livre pelo amor incondicional de Deus.
Perdoar é um imperativo da salvação e uma expressão categórica do amor liberto de regras, que nos salvaguarda de qualquer conduta determinada pelo dever. Uma vez libertos da tirania do ego, pela nossa morte e ressurreição com Cristo, ganhamos a condição de vivermos fora de comportamentos predeterminados e esperados por legalistas de plantão, a fim de manifestarmos a vida de Cristo, como o padrão de nosso viver.
Aquele que perdoa, motivado pela vida de Cristo em seu ser, pode conviver com o seu agressor, se isto for para a glória do Pai; bem como, viver distante, longe, fora do seu relacionamento, se também for para a mesma glória do Pai.
A questão básica agora, não é o nosso bem estar em si mesmo, mas a glória daquele que nos libertou de qualquer camisa de força. A norma que conduz a conduta cristã sempre será: Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus. 1 Coríntios 10:31.
O pecado nos destituiu da glória de Deus, porém a salvação nos converteu para o centro desta glória Divina. Nós não vivemos mais para a nossa própria glória, uma vez que fomos regenerados para glorificar Aquele que nos aceitou integralmente pela sua graça.
Nenhum cristão é compelido a perdoar. Não há perdão a fórceps e ninguém é forçado a indultar. Na verdade, todo cristão foi gerado pelo Pai, para perdoar como o Pai. Se eu não perdoar de fato, primeiramente, estou assegurando que não sou filho de Deus; depois, me torno um prisioneiro de profunda amargura, e as minhas feridas nunca saram.
Alguns dizem que já perdoaram, mas não conseguem esquecer. Quero apenas lembrar a estes que assim pensam: esquecer como ausência de memória, talvez só por Alzheimer. Podemos rememorar os fatos, o que não podemos é lembrá-los com azedume. Precisamos, antes de tudo, ser desintoxicados da reminiscência amargurada.
O problema real não se encontra na lembrança em si mesma, mas na lambança fermentada pelos sentimentos purulentos da infecção do individualismo. O ego ferido costuma se transformar numa pústula segregando o pus da arrogância fétida, que contamina todos que estiverem por perto. A alma dolorida é malcheirosa; supura e dá asco.
Sem o perdão custeado pela graça de Cristo de modo irrestrito e unilateral, as feridas nunca saram e o seu contágio pela baba que escorre da boca que geme, acaba infectando a família, os conhecidos e até os que se propunham a ser amigos, que aos poucos, vão saindo de fininho para não ficarem contaminados e aleijados.
O perdão é imprescindível para a boa saúde. Conversei com um amigo, alcançado agora pela graça depois de uma traição familiar, que me contou: “a pior coisa que fiz foi falar mal da minha ex-esposa após a nossa separação sofrida”. Enquanto ele mantinha a dor da infidelidade como álibi do seu vitimismo, desabafava a peçonha da amargura e se contorcia em desgosto na tentativa de expiar a sua vingança.
Quando, pela graça de Deus, ele pode liberar o perdão, as coisas mudaram. Vejo agora na sua vida um sopro de amor que só pode vir do trono do Pai. A pessoa que não perdoa vive, aqui, num inferno, infernizando os outros e sem esperança de alcançar o céu.
Só o perdão pode sarar as feridas abertas. Apenas o perdão total pode conceder o verdadeiro arrependimento. Então, alguém me pergunta se Deus perdoou a todos em Cristo. – Sim, com certeza, o perdão de Deus é ecumênico. Ela continua a indagar: por que, pois, as pessoas que foram perdoadas, não se arrependem todas?
Esta é uma tese teológica que também traz, pelo menos, duas respostas modelares. Alguns dizem que é uma questão da eleição divina. Se a pessoa é eleita por Deus, então ela se arrependerá. Outros sustentam que isto depende só da vontade do sujeito.
Acredito que há um mistério no assunto que envolve as duas partes. Não creio na eleição fatalista que escolhe alguém para a perdição, embora creia na eleição em Cristo para a salvação, que implica na decisão responsável daquele que foi vivificado pelo poder da pregação da Palavra de Cristo. Urge um milagre de vivificação antes da conversão.
O mysterium fidei ou o enigma da fé ainda continua sem um esclarecimento por se tratar de um assunto não revelado: As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei. Deuteronômio 29:29 .
Aliás, o que se sabe de verdade é que um perdoado, que não se considera arrogantemente como se fosse Deus, arrepende-se; e, arrependido de fato, perdoa e fica curado.
Por Glênio Fonseca Paranaguá.
terça-feira, 21 de maio de 2013
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Oque é Graça?
Graça significa que eu recebi algo que eu não mereço, na minha condição de separado da Glória de Deus pelo pecado, e de ofensor da Santidade de Javé, de fato eu merecia e mereço a condenação Eterna...
Mas por Graça esse salário foi pago na Pessoa Bendita de Jesus Cristo, no qual agora tenho vida, pois estou nEle e Ele próprio disse de Si mesmo, "Eu Sou...A Vida"... Não há e nem pode haver vida fora Daquele que é a própria Vida, o Senhor da existência...
Mas o que me torna digno de tamanha Graça?
Nada, pois se assim fora, não seria Graça e sim Recompensa...
Dentro desse "pano de fundo", fica aqui a pergunta que não quer calar...
Afinal, o que vem primeiro, Arrependimento ou Perdão?
"Porque pela GRAÇA sois salvos por meio da FÉ, e isto (fé), não vem de vós é dom de Deus..."Efésios 2:8...Pense na pergunta, responda e explique-se...Em breve estarei postando a resposta...
Que Deus nos ajude a crer na Graça como ela de fato é...
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Tire sua Máscara!
Boa Noite;Máscaras, você já tirou a sua?
É lamentável observarmos nossas vidas e vermos que de fato fazemos uso de máscaras para de certa forma nos articularmos diante das pessoas...
E quando digo nossas vidas, digo-o de mim mesmo primeiramente. Não sei quanto à você, mas quantas vezes somos insinceros com os outros, e mais além, com nós mesmos?
Isso me faz lembrar de algumas cenas na Palavra de Deus, mesmo lá no princípio da Criação. Deus havia criado o homem e sua companheira a Mulher... Logo no princípio o homem cai em transgressão, o que o leva a se "esconder" de Deus...
O que eles pensaram??? Será que pensaram que Deus não os viria??? Será que se tornaram tão simplórios a ponto de terem tal pensamento??? "Estou seguro aqui, Deus não vai me ver"!
Em nosso variados púlpitos, ouvimos mensagens diversas no que diz respeito à comportamento, mas ao menos sabemos nos portar diante do Pai...O que muitas vezes nos gera, ao invés de um relacionamento saudável, um sentimento de medo e culpa com relação à pessoa de Deus.
Quando cometemos algum delito, tememos a Lei, que nos julga e condena...E por apenas conhecermos a Lei, acabamos por desconhecer a frequência e alcance da Graça bendita de Deus...
Graça não é algo que resume em um livramento da condenação infernal, mas sim a provisão de Deus para meu maior problema, eu mesmo.
Eu tenho perguntado à algumas pessoas, e dentre elas pastores, o que vem primeiro, arrependimento ou perdão...
Esse é um assunto que gostaria de tratar no próximo Post, mas o fato é que assim como Adão e Eva, não puderam se esconder de Deus, será simplório, e completamente tolo de nossa parte quando também o ansiamos por fazê-lo...
O importante é saber que diante Daquele com quem havemos de tratar, não existem máscaras. Ele me ama Tão Somente, porque Escolheu me Amar Antes da fundação do mundo.
Porque fazemos isso? Porque fazemos uso de máscaras?
A resposta é simples, porque de fato ainda não deixamos os rudimentos da Lei, queremos fazer algo para sermos aceitáveis diante de pessoas e diante de Deus...
Não estou dizendo que você deve sair ferindo as pessoas com um certo senso de verdade, e desprezando a quem o próprio Senhor Jesus disse que devemos amar como a NÓS mesmos...Mas que possamos de fato, pela Graça de Deus, colocar um ponto final no Ego, e retirar todas as máscaras que temos porventura usado. Graça é liberdade, (não disse libertinagem) mas uma liberdade plena na pessoa de Jesus Cristo...
Não adianta fazer uso de máscaras, porque "... não há criatura alguma encoberta diante dele; antes todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar.
Hebreus 4:13...Que Deus nos Ajude!!!
domingo, 19 de maio de 2013
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